Durante a conferência de imprensa de The Favourite em Nova York, Nicholas comentou um pouco sobre paternidade e seus próximos projetos, incluindo Dark Phoenix e Tolkien. Confira:

É difícil acreditar que Nicholas Hoult, que estreou aos 11 anos em Um Grande Garoto, agora está com 28 e é pai de um menino. “Estou amando,” o ator inglês disse sobre a paternidade em nossa recente entrevista no JW Marriott Essex House em Manhattan.

“É uma transição bizarra,” admitiu Nicholas, arrumado em uma camisa Yves Saint Laurent e calças. O garoto se tornou pai em abril de 2018, quando sua namorada, a modelo Bryana Holly, deu a luz ao filho dos dois. “Seu tempo se torna mais precioso. Também há esse ponto de vista porque você vê essa pequena pessoa crescendo tão rapidamente. Então, o que seria uma fácil decisão de fazer parte de um filme por seis meses, de repente se torna muito tempo.”

“Você tem prioridades diferentes, mas é tudo isso o que dizem que é, a falta de sono e esses elementos, mas os lados positivos são enormes. Eu me sinto com mais energia e mais criatividade do que antes. Eu estou amando, sim.”

Nicholas, que interpretou um garoto chamado Marcus enquanto Rachel Weisz interpretou, bom, Rachel, uma mulher que seu mentor, Will (Hugh Grant), está namorando em Um Grande Garoto, agora são parceiros de cena em The Favourite. No drama do diretor Yorgos Lanthimos, enquanto o triângulo amoroso e poderoso acontece entre a Rainha Anne (Olivia Colman), a serva Abigail (Emma Stone) e conselheira Sarah (Rachel), Nicholas – de peruca e salto alto – anda como o político Harley.

O ator descreveu como foi trabalhar com Rachel quase 20 anos depois. “Foi adorável ver Rachel novamente. E entender mais sobre o processo e conseguir desenvolver essas cenas juntos. Em Um Grande Garoto, a dinâmica era diferente, obviamente, por causa da minha idade. Mas nesse filme, estamos debatendo muito. Foi muito divertido fazer essas cenas com ela.”

Nicholas disse que possui mais empatia pelas mulheres após usar saltos em The Favourite. “Eu tenho muito mais empatia,” ele enfatizou. “Honestamente, havia momentos onde eu estava com muita dificuldade (risos). Um longo dia em saltos não é fácil, então eu tenho muito mais empatia quanto a isso.”

Questionado se ele conheceu algum membro da atual geração da família real, Nicholas respondeu, “Eu conheci o Príncipe William. Eu gostaria de conhecer o Príncipe Harry em algum momento. E a Meghan, também. Eu não sou muito monarquista, mas eu gosto do que a família real representa e como é bom para a economia britânica.”

Nicholas adicionou sobre o Príncipe William: “Ele foi encantador, divertido e muito pé no chão. Eu não consigo imaginar como é ser criado para ser o futuro rei, mas ele pareceu muito humilde. Foi legal conhecê-lo.”

O homem que foi descoberto por um diretor de teatro quando tinha apenas 3 anos de idade afirmou que ainda pode sair e aproveitar o anonimato, apesar de seus papéis como Nux em Mad Max: Estrada da Fúria e Hank McCoy/Fera em X-Men. “Na maior parte do tempo, eu sou muito sortudo. Eu não sou reconhecido, e isso é maravilhoso. Esse é o maior elogio que eu posso receber como ator, então, obrigado, porque essa é a intenção. Se as pessoas não te reconhecem, então você está fazendo o seu trabalho do jeito certo.”

Falando de Mad Max: Estrada da Fúria, perguntamos ao Nicholas sobre uma atualização na sequência do diretor George Miller, Mad Max: The Wasteland. Ele respondeu, “Sem atualizações da minha perspectiva. Mas eu ouvi que George está trabalhando em outra coisa (Three Thousand Years of Longing) no momento. Ele demorou muito para conseguir fazer Estrada da Fúria.”

“O que eu amo sobre sua carreira é que ele vai de Mad Max, para Happy Feet, Babe, O Óleo de Lorenzo e todos esses filmes são tão diferentes. De repente, ele volta e cria algo completamente fresco e diferente, então estou animado para ver o que ele vai fazer.”

Sobre outra franquia, a série de filmes X-Men, Nicholas disse, “Está progredindo. O mais recente, Fênix Negra, é a estreia de Simon Kinberg como diretor. Ele dirigiu e escreveu. O que é incrível sobre isso é que Simon acredita no meu potencial como ator. Então, ele me deu um personagem legal. Eu sempre volto para esse arco e transições, e me transformo o máximo possível de acordo com a história. Simon me deu uma grande oportunidade com esse. E também é especial porque atores que eu cresci admirando, como Hugh Jackman, Mike Fassbender e James McAvoy, se tornaram meus amigos. Eu acho que eu tinha 20 anos no primeiro filme que eu fiz com eles.”

Ele compartilhou mais alguns detalhes sobre Fênix Negra, que conta com um grande elenco, incluindo Jennifer Lawrence (como Raven/Mística), quem ele namorou por cinco anos. “Esse claramente foca na Jean (Grey, interpretada por Sophie Turner) e na Fênix Negra.”

“O especial sobre essa série dos X-Men comparada com a maioria dos filmes de super heróis é a divisão entre mutante e humano e o que isso significa. O que isso representa em termos da vida real e as comparações que fazemos são completamente diferentes dos filmes de super heróis. É nisso que os X-Men atingem um alvo em termos dos comentários que estão fazendo. Esse é o motivo pelo qual estou animado sobre esse filme.”

Nicholas também terminou de filmar Tolkien, uma biografia sobre o autor de clássicos como The Hobbit e O Senhor dos Anéis. Então, interpretar J.R.R Tolkien foi um sonho que virou realidade. “Quando eu estava filmando Um Grande Garoto, os irmãos Weitz (os diretores Chris e Paul) me deram O Hobbit para ler, e eu amei. Então, quando os filmes de O Senhor dos Anéis saiu, eu era muito fã. Todo Natal íamos ver o novo filme de O Senhor dos Anéis.”

“Então, eu era um grande fã desse mundo e tudo o que Tolkien criou. Quando a Fox Searchlight apresentou a ideia de interpretá-lo, eu fiquei intrigado de primeira. Foi extraordinário ler sobre sua vida. Ele é um enigma. Ele era um homem quieto, ficava na dele. Então, aprendi sobre sua infância e o que o possibilitou criar esses mundos e, basicamente, seu amor pela linguagem.”

“Ele criava essas linguagens, e então percebia que ele precisava de uma história e pessoas para falar essas linguagens. Então, ele criava um mundo e os personagens ao redor disso. Aprender sobre ele e ler mais do seu trabalho foi um presente, então foi muito sobre descobrir e estudar o que mais aconteceu em sua vida – o seu amor (Edith Bratt), interpretada por Lily Collins, e também as amizades que ele inventava, que era a base do companheirismo que ele escrevia. E também sobre a época na Primeira Guerra Mundial – similaridades horrendas entre muitos desses momentos que ele teve experiência durante a guerra.”

Fonte

Em nova entrevista e capa para a revista Mr. Porter, Nicholas falou sobre sua vida em Londres, amizades, namoro e carreira. Confira abaixo:

Nicholas Hoult gosta mais de festa em casa do que em boate. Ele diz que não é um bom dançarino, a não ser que alguém toque “Le Freak” da Chic, então ele vai ter que dançar de qualquer jeito. “Na noite passada, eu fui para a casa de um amigo e ficamos um pouco bêbados. Sabe, quando é inesperado, essas são as melhores noites. Quando você encontra alguém de repente e começa a conversar e beber e então vocês ficam, ‘Hey, estamos nos divertindo, estamos bêbados, por que não seguimos em frente com isso?’ E então se torna algo improvisado. Eu não fazia ideia de que a noite passada acabaria comigo cantando Tom Jones no karaokê com uma bola de espelhos na casa de alguém.”

Sua cura para a ressaca? “Encha a pia de água gelada, coloque gelo, e então mergulhe a cabeça.” Mas Hoult raramente acorda de ressaca nos dias atuais: “Não é como quando eu estava em Skins. Agora eu estou mais velho e percebo que estou trabalhando e que não estou em forma, eu não consigo mais, meu cérebro não está nessa velocidade.”

Não. Nos dias atuais o ponto alto da sua semana é ioga quente. Ele vai para as aulas o tanto quanto pode quando ele está em casa, em Londres, nos intervalos das filmagens. (Ele está atualmente interpretando o Professor JRR Tolkien na biografia da vida do autor.) Mas ele está entusiasmado em dizer que não é esse cara. Você sabe qual, aquele que está só de calças na fila da frente, respirando mais fundo do que todos na sala – “provavelmente tem um coque ou um topete… Eu fico na última fila, de short de academia, tremendo, me balançando, caindo, ocasionalmente deitado.”

Leia mais

O ator pondera sobre o debate do embranquecimento e fala se irá interpretar Aladim nos cinemas, em entrevista ao The Wrap. Confira:

A estrela de “X-Men”, Nicholas Hoult, se diz orgulhosa da decisão de seu amigo Ed Skrein ao sair de “Hellboy” por causa das preocupações sobre embranquecimento, e dá uma sugestão sarcástica: “Este é provavelmente um momento ruim para anunciar que estou interpretando Aladim, não é?”

Apenas para ficar totalmente claro: Hoult não está interpetando Aladim. Ele fez uma piada enquanto conversava com a CEO do TheWrap, Sharon Waxman, sobre a decisão de Skrein de não interpretar um personagem que seja de uma descendência parcial asiática nos quadrinhos. O ator branco ganhou elogios pela decisão.

“Eu concordo completamente com o que Ed fez, acho que é muito honrado”, disse Hoult. “E eu estou orgulhoso dele por tomar essa decisão… Não é uma decisão fácil de tomar, porque, você sabe, estamos tentando conseguir trabalho.”

“Mas por ele ter conseguido esse papel e percebido que foi um erro, provavelmente em muitos níveis, mesmo que ele poderia ter feito uma ótima performance, acho que é importante fazer isso”, disse Hoult, que apareceu com Skrein no suspense criminal de 2015, “Kill Your Friends”.

Hoult, está estrelando como J.D. Salinger no próximo filme de Danny Strong, “Rebel in the Rye”, ao lado de Kevin Spacey.

“Por pessoas fazendo sacrifícios por conta própria, então é isso, e é – para relacioná-lo de volta com Salinger – isso é a coisa para não comprometer, e não desistir de sua integridade artística, é importante”, disse Hoult.

Em teoria, Hoult concorda que os atores não devem ter que assumir a responsabilidade de escolher o elenco com precisão. “Mas isso mostra o quão bom garoto o Ed é, ainda mais por ele se pronunciar”, disse ele. Hoult poderia recusar um papel por razões semelhantes? “Quero dizer, sim. Se você não acha que é o certo para algo, então você precisa, ou se você acha que há algo de errado sobre o elenco, então sim”, disse ele.

Atores, incluindo Scarlett Johansson e Tilda Swinton, foram criticados por interpretar personagens que não foram inicialmente escritos como brancos.

Hoult está entre os atores David Harbour, de “Hellboy”, Jessica Chastain, Riz Ahmed e várias outras celebridades que elogiaram a sua decisão de deixar o filme.

Fonte | Tradução e adaptação: Bruna Rafaela – NHBR

Recentemente o Nicholas conversou com o jornal Telegraph sobre seu novo filme, Castelo de Areia, sobre seu novo Instagram público e sobre ser parte de um casal famoso:

Quem é Nicholas Hoult? Ou, mais precisamente, onde ele está?

De uma forma, a resposta para a última pergunta é fácil: o ator está jogado no chão na minha frente no saguão de embarques no aeroporto da Sardenha. Na noite passada, na costa leste da ilha, o restaurante a céu aberto nos levou a um bar a céu aberto, que nos levou à horas divertidas em um ponto noturno.

Na manhã de hoje, Hoult está fazendo um papel que nós podemos esperar de um cara normal de 27 anos: escondendo uma ressaca, com fones no ouvido e o boné escondendo seu rosto.

Mas até quando, 18 horas antes, ele estava sentado diretamente ao oposto de mim na varanda de um hotel, bebendo Coca Diet, foi difícil localizar o cara. A estrela de filmes tão diversos quanto os reboots X-Men: Primeira Classe, Mad Max: Estrada da Fúria, a sátira da indústria musical Kill Your Friends, e Direito de Amar, de Tom Ford, é muito educado e uma ótima companhia. Mas, com isso, ele é meticulosamente discreto. A conversa é boa, mas a entrevista um pouco menos iluminada.

Como Hoult reconheceu uma vez, ele não pode escapar “desse medo terrível de soar errado ou dizer algo que saia do contexto. Porque isso forma a opinião das pessoas sobre você.” Esse medo continuou durante uma boa década após seu primeiro sucesso, aos 12 anos, em Um Grande Garoto. E claramente ainda permanece lá, mesmo após alguns papéis em filmes de estúdio.

Leia mais

Nicholas fala sobre sua viagem ao Nepal com o WWF

Outros > (12/2016) Viagem ao Nepal

Nicholas recentemente viajou ao Nepal com seu amigo Carlos Adams para conhecer melhor o projeto do WWF de proteger os rinocerontes e também conheceu um pouco mais da comunidade. Confira o que ele disse sobre a viagem:

É no meio da tarde no pequeno, mas poderoso país da região dos Himalaias, Nepal, e o ator Nicholas Hoult ganha um beijo molhado de um bebê rinoceronte órfão. A Fundação Nacional para a Conservação da Natureza do Nepal achou o animal, que agora está sob seus cuidados. Hoult recentemente viajou até o Parque Nacional de Chitiwan no Nepal para aprender sobre os esforços de conservação do Nepal e do WWF para proteger o pequeno Mayure e outros rinocerontes que estão ameaçados de caça ilegal e perda de habitat, entre outros perigos.

“A conservação da vida selvagem é muito importante,” disse Hoult. “Muitos desses animais estão sendo caçados, seu número está diminuindo, e quando acabar, eles vão desaparecer. Eu sempre adorei rinocerontes em particular desde que eu tinha três anos de idade e fui sortudo o bastante de passar as férias na África. Eu não vi um rinoceronte naquela idade, mas eu ganhei uma estátua de madeira que eu tenho até hoje, eu amei rinocerontes desde aquele momento. Vir aqui e poder vê-los em seu habitat natural é um grande prazer e eu não posso agradecer ao WWF o suficiente pelo trabalho maravilhoso que eles fazem em ajudar esse parque e o governo do Nepal em desenvolver esses programas e manter os rinocerontes na selva.”

Enquanto esteve no Nepal, Hoult se encontrou com membros da comunidade de Amaltari, uma zona de amortecimento do Parque Nacional de Chitwan, para aprender sobre suas vidas e sua relação com a vida selvagem em sua volta. O ecoturismo na área fornece grandes incentivos de conservação para a comunidade de Amaltari, que mantêm uma unidade voluntária contra caça furtiva na qual membros realizam patrulhas regulares na floresta de sua comunidade para manter um controle sobre caça furtiva e crimes ilegais da vida selvagem.

Com o apoio da Iniciativa de Comunidades Sustentáveis do WWF Nepal, a comunidade de Amaltari está focada nos principais pilares da sustentabilidade e conservação – meios de subsistência auto-suficientes, energia alternativa, saúde e educação – que tem produzido impacto escalável para a população local e seu ambiente natural.

A visita de Hoult ao Chitwan veio em um ótimo momento onde eles estavam comemorando quase 1,000 dias de zero caças ilegais na área. Este sucesso excepcional é devido à vontade política de alto nível, a um impressionante exército nepalês comprometido com o rastreamento de caçadores furtivos e o envolvimento ativo de comunidades de conservação. Mais de 645 rinocerontes de um chifre vivem agora no Nepal.
“Essa é uma história positiva para mim em termos da vida selvagem e em manter o mundo como deve ser para futuras gerações,” disse Hoult. “Seguir os rinocerontes, vê-los em seu habitat natural tem sido inacreditável e ver todo mundo se importando tanto com isso e fazendo um trabalho incrível, é extraordinário.”

Os esforços para proteger os rinocerontes e apoiar as comunidade locais do Nepal e o governo estão sendo recompensados. Mais cedo neste ano, nós celebramos 4 períodos de 365 dias de zero caça ilegal no Nepal.
Como parte desse trabalho com o WWF, Hoult e seus dois amigos de infância, Carlos Adams e Nick Atkins, farão uma corrida na Índia no início de 2017 para arrecadar fundos para a conservação de rinocerontes junto com o apoio ao Teenage Cancer Trust.

Nicholas conversou com o site AZ Central por telefone durante o período de divulgação de Equals e falou sobre o filme e como foi a experiência de gravar longe de casa, confira:

Depois de ficar famoso como um ator mirim em “About a Boy,” Nicholas Hoult interpretou o peludo azul Beast em três filmes de “X-Men”, um zumbi sensível em “Warm Bodies” e o garoto de guerra em “Mad Max: Fury Road”.

A estrela britânica de 26 anos não ruge ou grita muito em seu último projeto, “Equals,” uma história de suspense sci-fi de amor proibido que se passa em um futuro distópico onde todas as emoções humanas foram reprimidas geneticamente. Mas quando seu personagem, Silas, é diagnosticado com “Switched On Syndrome,” ele começa a sentir pela primeira vez. E com a estrela de Twilight, Kristen Stewart como sua co-estrela, não é muito difícil de adivinhar onde isso pode chegar.

Hoult falou por telefone sobre seu indie em lançamento com o diretor Drake Doremus (“Like Crazy”).

Como é para um ator interpretar um personagem sem emoções?

É surpreendentemente estranho, porque seu instinto natural é sentir alguma coisa, e então tentar conter isso é um jeito completamente desumano de interagir. O estilo do Drake, o jeito que ele queria as coisas transmitidas era bem pequeno e sutil e contido porque é um despertar para esses personagens. Então é um desafio diferente, mas algo que eu realmente gostei de explorar com esses caras.

Como ele trabalha como diretor?

Ele é alguém que é tão apaixonado e está realmente fazendo filmes pelas razões certas. E muito colaborativo. Ele cria um ambiente onde você completamente esquece que você está fazendo um filme, praticamente. Você captura momentos que são muito reais e honestos, e isso é tudo que ele quer. Você complemente se perde nisso, e é raro, sabe. Normalmente tem um jeito rígido ação, corta, e você faz seu trabalho entre essas coisas, que não é a forma como isso funcionou de maneira alguma.

Como você se preparou. Teve muitos ensaios?

Isso foi com menos ensaio possível. Era mais sobre explorar no momento e deixar as câmeras rodando e fazendo longas tomadas e improvisando. Ensaio teve mais a ver com Drake, Kris e eu conhecendo uns aos outros, ficando tão confortáveis uns com os outros e confiando uns nos outros, que havia esse cobertor de segurança em volta de nós.

Você teve um vínculo com Kristen Stewart por que ambos eram atores mirins?

Na verdade não. Isso é algo que é obviamente parte de nossas vidas. Parte da coisa que nos faz similares é o fato que nós não estamos realmente no mundo clássico da atuação e treinamento, particularmente. Nós somos pessoas curiosas, e ela é incrivelmente inteligente e em contato com suas emoções. Então ela é inspiradora de se estar por perto. Ela é muito apaixonada e se importa de coração com filmes e contar histórias, e também aquele momento. Então é incrível fazer cenas com ela, por que o mínimo movimento com os olhos ou tremor da sua voz, você capta com tão pouco.

O filme foi gravado no Japão e Singapura. Isso foi uma aventura?

Nós viajamos por todo o Japão, porque havia um arquiteto (Tadao Ando) que desenhou todos esses museus e universidades e escritórios, essas estruturas imensas de vidro e aço que eram tão imaculadas e futuristas e tinha ângulos maravilhosos para o John (Guleserian), o diretor de fotografia, filmar. Elas eram parte da composição do filme. Uma das coisas mais incríveis sobre gravar filmes em locações é que muito poucas pessoas são de lá. É uma experiência que todos vocês estão tendo juntos. Vocês todos ficam no mesmo hotel e vivem juntos, basicamente, por meses. Você se torna muito próximo, e você está tendo todos esses ‘primeiros’ junto. Isso aproxima todo mundo mais do que se você estiver fazendo um filme enquanto as pessoas estão vivendo em casa e tendo vidas separadas e preocupações no mundo real.

Então, como é ter sua vida amorosa sendo notícia?

O que está escrito não é verdade de qualquer maneira, então na verdade é bem engraçado. E se você olhar isso no final das contas, eu acho que todo mundo tem suas próprias coisas em sua vida e coisas mais importantes acontecendo com elas, então a expressão britânica que eu normalmente uso para esse tipo de coisa é “tempestade em uma xícara de chá.”

Qual é a sua melhor história do set de “Mad Max”?

Oh, caramba, você está voltando lá atrás agora. Tem muitas coisas incríveis. Eu fiquei arrepiado naquele set muitas vezes só pelo ambiente e o barulho e o gosto do deserto e assistir os dublês e veículos fazendo seus trabalhos. Provavelmente só George Miller, o quão calmo no meio de tudo aquilo ele estava, quão gentil, quão ciente de todo mundo em volta dele e como ele conseguiu manter a calma entre 700 pessoas no meio do deserto da Namíbia. Foi extraordinário de se assistir, e é isso que o faz um diretor fenomenal.

E quanto a “Warm Bodies”?

Uma das minhas memórias favoritas disso foi na verdade o processo de audição, onde eu apareci na casa do Jonathan Levine em LA. Ele estava tipo, “Você acha que pode fazer isso?” E eu estava tipo, “Eu não faço ideia do que fazer.” Então eu apenas meio que cambaleava pela sala de estar dele grunhindo um pouco e fazendo as cenas. E então um caminhão de sorvete passou, e eu estava tipo, “Soooorveeete,” e eu acho que esse foi o momento que ele decidiu me dar o emprego.

Fonte





Nicholas Hoult Brasil é um fansite não-oficial sem fins lucrativos. Não possuímos nenhum contato com Nicholas, seu agente, sua família, amigos, etc. Pedimos que os arquivos traduzidos pela equipe do site, assim como conteúdos pesquisados e editados por nós, sejam sempre creditados quando usados em outro site. Se há algo seu aqui e você gostaria que nós retirássemos, por favor entre em contato conosco antes de tomar qualquer ação legal.